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domingo, 29 de novembro de 2009

As vezes

O melhor amigo
De um poeta
E a solidão
Ela o escuta
Calmamente
E declina sobre
A sua direção.
Horas se vão
A doma solidão
Não se cansar
De ouvir relatos
Frustrados de
Um pobre poeta
Esquecido pela
Critica
Jogado e descartado
Por sua musa.
Nem mesmo o álcool
Pode aliviar a sua dor.
A solidão jamais
Ofenderá o poeta.
Mas um dia
A solidão partirá
E deixara o poeta
Livre para encontrar
Uma nova amiga
Ou amigo...
Para ouvir
Longas e belas
Declarações de amor,
No ultimo suspiro
Do poeta...
Pedindo a Deus
Perdão por suas falhas
E lamentando por ter
Feito tão pouco pelo
Mundo.
O poeta fecha seus olhos
E se entrega aos braços
Gélidos da morte.
E partindo para algum
Lugar na eternidade.

Como tocarei a minha musa 16-11-2009

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