Alguns poemas que estão em minha mente,agora estão abertos. Chamo isso de poesia bruta, aquela que não vem para mudar. e sim para apenas existir um segundo em seu tempo.
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domingo, 26 de junho de 2011
O covarde...
Eu a amo
No silêncio
Das palavras
Dos poemas
Das provas
Dos versos
De amor.
Amo em segredo
No meio dos sonetos
E rimas nobres.
Eu a amo
Mas não
Te conto
Por medo
E covardia
Pois temo
Que você
Vá embora.
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