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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

A lacuna que há

A distância das suas palavras
Acabei de ouvir...
Cada palavra mesmo suave
Tinha aspecto de laminas
De diamante no meio
De um ciclone,
Cortando tudo ao
Seu redor...
Desta vez o corte
Foi profundo...
Desta vez a recuperação
Será lenta...
Desta vez a vista escureceu
Meus cincos sentidos
Entraram em colapso.
Você não foi cruel
E o seu jeito de dizer
Não.

(falando com ela pela telefone hoje a tarde 16.09.2011)

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